Os programas da madrugada não agradam tanto quanto antigamente, a imagem da lâmpada da sala é refletida pela tv e estou deitado no sofá, pensando no vago que sempre deixam nesses meios tempos...
Eu fiquei a semana toda ouvindo vinis, inventando poses, criando afazeres. Onde estão meus amigos? Uma ex namorada ligou dizendo bobeiras e eu a chamei pra sair, precisava me usar!
Quando não se consegue mais forjar amigos, tentamos esperançar a volta de um deles ao invés de servir como provisório, ter disponibilidade em quaisquer horários, um deles vem na próxima semana... eu acho!
Olhão nessa página
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Quatro paredes
Meu pai costuma virar o rosto, não olhar o problema, não nos deixar a par do que há, não expressar seu desgosto por cada idiotice que cometo, de chorar sozinho pelo filho num rumo consequente.
Minha mãe fica sentada esperando a hora que Jesus vem, desprezando os filhos ateus e hereges. Entrega tudo ao ser superior, não conversa o que deveria, se limita no que lhe convém, não sabe o que fazer quando perde o controle.
Meu irmão costuma fazer coisas erradas, não nos falamos, vive fora de casa, aparece depois de dias como se nada tivesse acontecido, prefere a vida bohemia a algo com mais perspectiva.
Minha irmã se tranca no quarto o dia todo, não faz deveres caseiros obrigatórios, sai da aula e fica perambulando, vive mandando mensagens, não define sua opção sexual, tem o mesmo egoísmo e arrogância que sua genética permitiu.
Meu sobrinho fica o dia todo preocupado, sai de casa atrasado pra aula, ta entrando no mal caminho e ninguém pode fazer nada, é a fase que precisa viver.
Eu vivo tentando manter o controle, não entrar em colapso por não ter ninguém como apoio, tento não ceder ao complexo de inferioridade, arranho os braços de vez em quando, nunca choro e pouco ligo para a morte.
Vez ou outra sentamos na mesa em silêncio, agradecemos cada um a algum deus ou a nenhum. Comemos e cada um volta ao seu habitat, mas se você olhar bem, essa não é minha família, é a nossa família!! A que mostra o defeito de cada um e é com isso que crescemos e sabemos o que fazer, porque as vezes o defeito fica superior ao que realmente é importante, mas com isso dá pra conviver...
Minha mãe fica sentada esperando a hora que Jesus vem, desprezando os filhos ateus e hereges. Entrega tudo ao ser superior, não conversa o que deveria, se limita no que lhe convém, não sabe o que fazer quando perde o controle.
Meu irmão costuma fazer coisas erradas, não nos falamos, vive fora de casa, aparece depois de dias como se nada tivesse acontecido, prefere a vida bohemia a algo com mais perspectiva.
Minha irmã se tranca no quarto o dia todo, não faz deveres caseiros obrigatórios, sai da aula e fica perambulando, vive mandando mensagens, não define sua opção sexual, tem o mesmo egoísmo e arrogância que sua genética permitiu.
Meu sobrinho fica o dia todo preocupado, sai de casa atrasado pra aula, ta entrando no mal caminho e ninguém pode fazer nada, é a fase que precisa viver.
Eu vivo tentando manter o controle, não entrar em colapso por não ter ninguém como apoio, tento não ceder ao complexo de inferioridade, arranho os braços de vez em quando, nunca choro e pouco ligo para a morte.
Vez ou outra sentamos na mesa em silêncio, agradecemos cada um a algum deus ou a nenhum. Comemos e cada um volta ao seu habitat, mas se você olhar bem, essa não é minha família, é a nossa família!! A que mostra o defeito de cada um e é com isso que crescemos e sabemos o que fazer, porque as vezes o defeito fica superior ao que realmente é importante, mas com isso dá pra conviver...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Todo esse tempo!
Eu adoro seu modo de sorrir, a forma como você não me deixa falar, o jeito que você se envergonha com certos comentários.
Eu amo o jeito como você demora pra se vestir, a forma elegante como você se levanta depois de cair, o estilo como você se compatibiliza comigo.
Eu venero a forma de você não saber se portar com ética em certos lugares com certas pessoas, o divino delírio que você me passa quando me beija as costas ao dormir.
Eu admiro seu jeito forte de agir quando não quer chorar, sua maturidade quando não consegue e chora ensinando minha imaturidade a evoluir, quando não fala nada esperando o orgulho desaparecer.
Eu apaixono quando você deixa suas mãos na mesa e não me olha diretamente, quando você se irrita com minhas histórias mal contadas, quando você sai de madrugada e volta alguns minutos depois.
Eu caio aos seus pés quando você me diz palavras doces, quando você muda o canal de esportes para novela, quando você faz qualquer coisa pra me agradar.
Eu te beijo quando você fica feliz, quando você brinca, quando você conversa coisas sem sentido, quando você é simplesmente... você!
Eu amo o jeito como você demora pra se vestir, a forma elegante como você se levanta depois de cair, o estilo como você se compatibiliza comigo.
Eu venero a forma de você não saber se portar com ética em certos lugares com certas pessoas, o divino delírio que você me passa quando me beija as costas ao dormir.
Eu admiro seu jeito forte de agir quando não quer chorar, sua maturidade quando não consegue e chora ensinando minha imaturidade a evoluir, quando não fala nada esperando o orgulho desaparecer.
Eu apaixono quando você deixa suas mãos na mesa e não me olha diretamente, quando você se irrita com minhas histórias mal contadas, quando você sai de madrugada e volta alguns minutos depois.
Eu caio aos seus pés quando você me diz palavras doces, quando você muda o canal de esportes para novela, quando você faz qualquer coisa pra me agradar.
Eu te beijo quando você fica feliz, quando você brinca, quando você conversa coisas sem sentido, quando você é simplesmente... você!
Mordomia
Ela sentiu falta e ligou, gostaria de "colocar os pingos nos I's". Sentou -se junto ao barulho azucrinante do bar da esquina, sorriu forçadamente para quem estava ao lado.
Um dia ela vai ver, tudo isso vai passar e depois, que tudo estiver no seu lugar, sentirá alguma falta?
Ela não sabe mais mentir e convencer, não sabe mais partilhar a companhia, se destrói com o pouco de maldade que quer ter, mas não é intencional. Mimada com os personagens de romance, guarda um livro de capa personalizada no fundo da gaveta e escreve sobre o dia em que conversou com o cara que despedaçou sua vida, justamente porque não sabia ter outro alguém.
Ela saiu numa quinta feira a noite, arrumou-se como nunca mais havia feito, guardou alguns trocados na bolsa e acordou duas horas depois em sua própria casa com o batom intacto e a mente bagunçada, talvez fosse pra ser ou... talvez não!
Um dia ela vai ver, tudo isso vai passar e depois, que tudo estiver no seu lugar, sentirá alguma falta?
Ela não sabe mais mentir e convencer, não sabe mais partilhar a companhia, se destrói com o pouco de maldade que quer ter, mas não é intencional. Mimada com os personagens de romance, guarda um livro de capa personalizada no fundo da gaveta e escreve sobre o dia em que conversou com o cara que despedaçou sua vida, justamente porque não sabia ter outro alguém.
Ela saiu numa quinta feira a noite, arrumou-se como nunca mais havia feito, guardou alguns trocados na bolsa e acordou duas horas depois em sua própria casa com o batom intacto e a mente bagunçada, talvez fosse pra ser ou... talvez não!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Ainda lembro de como corria
Ela morreu no leito de algum lugar perto daqui...
Sugeriu uma música, da mais melancólica, indagando sua emoção mais bela distraída de lembranças. No recanto que silenciou sua voz, nós estávamos deitados enquanto a neblina se dissipava lá fora, eu estava com o braço por cima de você, estávamos acordados de olhos fechados.
Sua cor favorita era a dos campos com balões coloridos, você os canonizava com tanta beleza...
"O que aconteceu com você? Parece tão distante..."
Seu olhar se perdia no vão, nossas conversas não se cruzavam com tanta frequência, mas eu cantava pra você todos os dias, lia algo que me interessava e você chorava por não entender mais tão bem.
Desfaleceu uma, duas vezes na semana me desesperando. Você não sorri mais, você não sabe onde está, mas eu me casei com sua alma, te jurei um amor 'eternal', daqueles que só se reconhecem em filmes. Você segurou minha mão, me deu o futuro brilhante, me guardou o melhor de mim.
Eu só queria um amor pra sempre... e tenho... ela olhou para o lado, escorreu sua última lágrima depois de dizer tudo com meio sorriso e me 'amou como amo o amor.'
Sugeriu uma música, da mais melancólica, indagando sua emoção mais bela distraída de lembranças. No recanto que silenciou sua voz, nós estávamos deitados enquanto a neblina se dissipava lá fora, eu estava com o braço por cima de você, estávamos acordados de olhos fechados.
Sua cor favorita era a dos campos com balões coloridos, você os canonizava com tanta beleza...
"O que aconteceu com você? Parece tão distante..."
Seu olhar se perdia no vão, nossas conversas não se cruzavam com tanta frequência, mas eu cantava pra você todos os dias, lia algo que me interessava e você chorava por não entender mais tão bem.
Desfaleceu uma, duas vezes na semana me desesperando. Você não sorri mais, você não sabe onde está, mas eu me casei com sua alma, te jurei um amor 'eternal', daqueles que só se reconhecem em filmes. Você segurou minha mão, me deu o futuro brilhante, me guardou o melhor de mim.
Eu só queria um amor pra sempre... e tenho... ela olhou para o lado, escorreu sua última lágrima depois de dizer tudo com meio sorriso e me 'amou como amo o amor.'
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Miscigenação(Demônio Santo)
Pegue o microfone! Olhe pra cima! levante as mãos!
Você se orgulha de viver, você se orgulha de usufruir de bons planos divinos, de ser o que é! Alguns gritam em blasfêmia o tempo todo, mas você goza de tudo o que tem e oferece ao atordoado!
Nós, no sentido "eu", sendo apenas o que definir em mente...
Fui o Ateísmo da sua religião, progredi no entendimento, mostrei-me forte nos vários santos que carrego no bolso, gritei sem precisão porque achei que deveria mostrar minha igualdade quando todos fazem o mesmo no templo. Sou jovem de brinco em qualquer lugar, sou viciado na sabedoria tentando me encontrar em alguma casa de bençãos como todos fazem. Gostaria de me trabalhar, de me produzir, de sair a noite e de perdão mais tarde, ou talvez seguir o tradicional da minha família e me conformar pro resto da tarde. Sei que posso ser qualquer um, ou apenas 'eu', encontrar a humildade de entender que conformismo não é sincronismo e que não assistimos por nossos pais, aprendemos seguindo seus passos. Nos olhos que pegam fogo eu me tornei o protagonista do diabo, talvez da maldade de atos e não de personagens de algumas linhagens.
Me mostre algo mais, me deixe descansar, me deixe na curiosidade ou simplesmente, me faça o Deísmo de todas as crenças...
...
(As fotos das mulheres são apenas uma forma de mostrar que independente de qualquer reação que as pessoas tenham aparentemente, as reações químicas do corpo serão as mesmas)
Você se orgulha de viver, você se orgulha de usufruir de bons planos divinos, de ser o que é! Alguns gritam em blasfêmia o tempo todo, mas você goza de tudo o que tem e oferece ao atordoado!
Nós, no sentido "eu", sendo apenas o que definir em mente...
Fui o Ateísmo da sua religião, progredi no entendimento, mostrei-me forte nos vários santos que carrego no bolso, gritei sem precisão porque achei que deveria mostrar minha igualdade quando todos fazem o mesmo no templo. Sou jovem de brinco em qualquer lugar, sou viciado na sabedoria tentando me encontrar em alguma casa de bençãos como todos fazem. Gostaria de me trabalhar, de me produzir, de sair a noite e de perdão mais tarde, ou talvez seguir o tradicional da minha família e me conformar pro resto da tarde. Sei que posso ser qualquer um, ou apenas 'eu', encontrar a humildade de entender que conformismo não é sincronismo e que não assistimos por nossos pais, aprendemos seguindo seus passos. Nos olhos que pegam fogo eu me tornei o protagonista do diabo, talvez da maldade de atos e não de personagens de algumas linhagens.Me mostre algo mais, me deixe descansar, me deixe na curiosidade ou simplesmente, me faça o Deísmo de todas as crenças...
...
(As fotos das mulheres são apenas uma forma de mostrar que independente de qualquer reação que as pessoas tenham aparentemente, as reações químicas do corpo serão as mesmas)
"Fim da linha!"
Por quantas vezes mais você vai me ameaçar com as roupas na mala?
Por quanto tempo você vai continuar falando que eu sou perverso e não sei te dar um sorriso?
Você anda com a cabeça sobre a minha, não me deixa falar, não sabe me defender e eu me ponho na sua frente quando tenho que te proteger, mas sabe... eu faria melhor!
Tentei suprir os vários erros que deixei no seu corpo, tentei te segurar e segurei forte seu braço e você me disse que te machuquei com tanta brutalidade que me fez acreditar.
Nas várias faces das respostas que você me deu, se desmentiu, eu desarmei-me ao fogo e sofri sem argumentos altos o suficiente para ultrapassarem sua voz.
Deslizando nas teclas do meu piano, tento me acalmar, tento esquecer as músicas que você trouxe e alinho minha mente à semi-loucura, minha normalidade.
Você ouve o soprar do vento, meu amor? Sofreremos por algum tempo ouvindo o mesmo... porque agora você está em qualquer lugar e eu estou aqui, onde decidi parar de te seguir!
Por quanto tempo você vai continuar falando que eu sou perverso e não sei te dar um sorriso?
Você anda com a cabeça sobre a minha, não me deixa falar, não sabe me defender e eu me ponho na sua frente quando tenho que te proteger, mas sabe... eu faria melhor!
Tentei suprir os vários erros que deixei no seu corpo, tentei te segurar e segurei forte seu braço e você me disse que te machuquei com tanta brutalidade que me fez acreditar.
Nas várias faces das respostas que você me deu, se desmentiu, eu desarmei-me ao fogo e sofri sem argumentos altos o suficiente para ultrapassarem sua voz.
Deslizando nas teclas do meu piano, tento me acalmar, tento esquecer as músicas que você trouxe e alinho minha mente à semi-loucura, minha normalidade.
Você ouve o soprar do vento, meu amor? Sofreremos por algum tempo ouvindo o mesmo... porque agora você está em qualquer lugar e eu estou aqui, onde decidi parar de te seguir!
perdendo o senso
Nessa corrida meio que andada, me vejo de varias formas, com vários fatos, várias lorotas mal contadas e no horizontal limite da minha visão, vejo passos pequenos, de duas pessoas iguais... Um pequeno indivíduo que abençoou o outro peregrino que calçava seu número. Contava para o espelho, que o supria, de quando estavam na calçada da fraternidade viva, caiu por cima de seu pequeno dedo indicador, chorou, mas antes de seu choro ascender, chamou primeiramente o nome de seu vínculo mais forte, que o acompanhou até pouco tempo.
O corpo em evolução continuava no seu desvendar de tudo, desacreditou em muitas estórias que sua mãe contara quando mais novo. O outro criara outro rumo, sempre nas vistas do peregrino submisso ao tradicional... até pouco tempo...
Cometera muitos pecados, todos perdoados, mas sugeriu algo mais forte, que lhe subisse a cabeça com muita velocidade, lembrou de quando era criança, chora pelos cantos hoje sendo homem, não sabe imaginar onde deixou o pequeno que lhe abençoara durante as acusações e exclusões que o peregrino mais andante cometera.
Depois de estar tonto, com um cigarro na orelha e outra aceso, pensou saber andar sozinho, porém deixa migalhas de arrependimentos pelo caminho, mas o pequeno peregrino que evoluiu sozinho não está mais por perto porque descobriu que não sabe perdoar!
O corpo em evolução continuava no seu desvendar de tudo, desacreditou em muitas estórias que sua mãe contara quando mais novo. O outro criara outro rumo, sempre nas vistas do peregrino submisso ao tradicional... até pouco tempo...
Cometera muitos pecados, todos perdoados, mas sugeriu algo mais forte, que lhe subisse a cabeça com muita velocidade, lembrou de quando era criança, chora pelos cantos hoje sendo homem, não sabe imaginar onde deixou o pequeno que lhe abençoara durante as acusações e exclusões que o peregrino mais andante cometera.
Depois de estar tonto, com um cigarro na orelha e outra aceso, pensou saber andar sozinho, porém deixa migalhas de arrependimentos pelo caminho, mas o pequeno peregrino que evoluiu sozinho não está mais por perto porque descobriu que não sabe perdoar!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
De vez em quando...
Eu tentei entender as várias vozes que saíram do mesmo lugar, mas a justificativa de cada detalhe encharcou minha mente de adereços fajutos, adornando a imagem que gostariam de montar em meio aos prazeres de um sorriso a outro.
Lembro de uma de minhas viagens, conheci o mundo no espaço que defini e o resto desdenhado por ignorância. Abarrotado de quase tudo, começou a ver chuva dentro do inferno, achou que poderia sentir um pouco mais da sensação que sustentou até pouco depois do filme que assistira sozinho.
Deitado no sofá e um boca te cobre de tudo que você precisa ouvir, agradece e volta pra corda bamba, mas não pretende cair pra qualquer lado, prefere chegar ao fim e ver seu próprio sacrifício além do julgamento, sem bíblias, sem deuses, apenas com a lógica que acostumara a aderir por tudo.
Recebera o poder de escolha, ignorou a sabedoria_50% da mente é mais do que qualquer um chegou, mas como homem, imploraria por mais, se quisesse tudo, não haveria mais prazer algum, 100% é a morte sem desculpas...
Juntou-se ao coral de trombetas desafinadas, dançou antes do tempo, adiantou as honras, criou asas de cera, voou por baixo, sabia da história... amanheceu em seu quarto e tinha certeza que tudo o que vagava em sua mente fora real, seu sangue escorreu, sua mente padeceu e sua corpo desfaleceu em overdose.
Lembro de uma de minhas viagens, conheci o mundo no espaço que defini e o resto desdenhado por ignorância. Abarrotado de quase tudo, começou a ver chuva dentro do inferno, achou que poderia sentir um pouco mais da sensação que sustentou até pouco depois do filme que assistira sozinho.
Deitado no sofá e um boca te cobre de tudo que você precisa ouvir, agradece e volta pra corda bamba, mas não pretende cair pra qualquer lado, prefere chegar ao fim e ver seu próprio sacrifício além do julgamento, sem bíblias, sem deuses, apenas com a lógica que acostumara a aderir por tudo.
Recebera o poder de escolha, ignorou a sabedoria_50% da mente é mais do que qualquer um chegou, mas como homem, imploraria por mais, se quisesse tudo, não haveria mais prazer algum, 100% é a morte sem desculpas...
Juntou-se ao coral de trombetas desafinadas, dançou antes do tempo, adiantou as honras, criou asas de cera, voou por baixo, sabia da história... amanheceu em seu quarto e tinha certeza que tudo o que vagava em sua mente fora real, seu sangue escorreu, sua mente padeceu e sua corpo desfaleceu em overdose.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Eu na terceira pessoa e pouco na primeira!!
E o que se passa, em meio a praça de qualquer buraco, vi jovens que provam qualquer descrença, que fumam cigarros em qualquer lugar e terceiros e antigos que fingem me respeitar acenando com a cabeça quando passo perto_sinto seus corações atropelando seus peitos nesse medo discreto.
Tudo que muda muito não me serve, gostaria de parar um pouco, porém o antigo me desagrada, mas o atual pouco importa. As músicas que ouvia eram tão sem sentido, mas seus ritmos me agradam, mesmo nos dias de hoje. Ah, como era tão fácil ter um só amor, ou estar apenas preocupado em brincar com os amigos, ao invés de perder a cabeça e '''ser acertado por seu, antes respeitado, irmão no rosto'''. Ser ignorado ou desprezado não atinge, você está com a moral baixa e não sabe como se reerguer, mas eu te digo, eu me digo, nada volta mais, seu ego feriu-se brutalmente e isso dói, cara, isso dói na alma...
Perde-se no 'eu-lírico' feminino e acaba queimando a própria mão com seu pequeno mentor, agora que você se sente homem por ter feito o que queria, sente-se e chore em qualquer ombro porque depois de tantos anos, você extrapolou. Antes você apenas deixava-o de lado e dessa vez você o afastou de vez na consequência de várias tentativas em vão, nesse você acertou, acerto em cheio, no rosto do réu imprudente, impotente que não teve coragem de revidar. Anima-se e pula nesse abismo porque se você morresse eu me acostumaria.
Na raiva, no ódio repudiante eu me perco em meio a quaisquer pessoas e subo no alto da ponte, e me jogo... caio de jeito no mar! Esse não é meu dia, eu sei que posso construir alguém bom o suficiente para tocar na mão, me abraçar e me dizer que estamos os dois errados...
Tudo que muda muito não me serve, gostaria de parar um pouco, porém o antigo me desagrada, mas o atual pouco importa. As músicas que ouvia eram tão sem sentido, mas seus ritmos me agradam, mesmo nos dias de hoje. Ah, como era tão fácil ter um só amor, ou estar apenas preocupado em brincar com os amigos, ao invés de perder a cabeça e '''ser acertado por seu, antes respeitado, irmão no rosto'''. Ser ignorado ou desprezado não atinge, você está com a moral baixa e não sabe como se reerguer, mas eu te digo, eu me digo, nada volta mais, seu ego feriu-se brutalmente e isso dói, cara, isso dói na alma...
Perde-se no 'eu-lírico' feminino e acaba queimando a própria mão com seu pequeno mentor, agora que você se sente homem por ter feito o que queria, sente-se e chore em qualquer ombro porque depois de tantos anos, você extrapolou. Antes você apenas deixava-o de lado e dessa vez você o afastou de vez na consequência de várias tentativas em vão, nesse você acertou, acerto em cheio, no rosto do réu imprudente, impotente que não teve coragem de revidar. Anima-se e pula nesse abismo porque se você morresse eu me acostumaria.
Na raiva, no ódio repudiante eu me perco em meio a quaisquer pessoas e subo no alto da ponte, e me jogo... caio de jeito no mar! Esse não é meu dia, eu sei que posso construir alguém bom o suficiente para tocar na mão, me abraçar e me dizer que estamos os dois errados...
Tu Unes Tanta Unanimidade
Meus amigos parecem tão mais novos nos sonhos que costumo ter quando a real bate. Cada vez mais longe posso sentir a expressão dos seus sorrisos, eu chorei por tempo demais, descontrolado pela falta que me fazem, manipulei cada movimento da minha vida, 'desprometi' minhas juras exatas e as deixei esvair-se ao vendo empoeirado.
Meus amigos morreram há poucos muitos anos, deixaram muito por insinuar. Amanhecido ao sol de meio dia quente, agradeci por nada quando meu rosto queimava na varanda contra a luz. "Eu os amo, meus queridos", é quando lembro do que disse, ou talvez do que ouvi, mato-me por dois segundos a frente de vocês irem, indagando depressa os poucos valores que criamos, aderimos os nossos de forma alvoroçada para que percebam o quanto chegamos ao nosso clímax mental, de rir por pouco, de beber o que tiver ou não fumar por falta.
Eu gostaria de trocar idéias, de sair na esperança de encontrar "vácuo", mas bastava nossos palavrões de blasfêmia para sustentar aquela 'pernada'. Me acompanha na raiva, finja com todo prazer uma ira quando perder para mim nos jogos de coordenação, porque é só nisso que sou bom...
Se você voltar, eu estarei na mesma arquibancada, com o mesmo vinho da primeira vez, fumando um lucky Strike qualquer, esperando chover e assim pular para Janeiro de qualquer ano e reencarná-los...
Meus amigos morreram há poucos muitos anos, deixaram muito por insinuar. Amanhecido ao sol de meio dia quente, agradeci por nada quando meu rosto queimava na varanda contra a luz. "Eu os amo, meus queridos", é quando lembro do que disse, ou talvez do que ouvi, mato-me por dois segundos a frente de vocês irem, indagando depressa os poucos valores que criamos, aderimos os nossos de forma alvoroçada para que percebam o quanto chegamos ao nosso clímax mental, de rir por pouco, de beber o que tiver ou não fumar por falta.
Eu gostaria de trocar idéias, de sair na esperança de encontrar "vácuo", mas bastava nossos palavrões de blasfêmia para sustentar aquela 'pernada'. Me acompanha na raiva, finja com todo prazer uma ira quando perder para mim nos jogos de coordenação, porque é só nisso que sou bom...
Se você voltar, eu estarei na mesma arquibancada, com o mesmo vinho da primeira vez, fumando um lucky Strike qualquer, esperando chover e assim pular para Janeiro de qualquer ano e reencarná-los...
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