Olhão nessa página

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Sem mais promessas

Nada de romances nessa tarde calorenta...
Não conseguirei fazer-te feliz como prometido, 
te farei chorar as vezes, mas não de alegria.


Precisamos sofrer, saber que essa dualidade nos persegue,
que estaremos fortalecidos para as situações diversas.
Você chorará quando eu não puder estar com você,
esperneará quando eu não te escutar,
quando eu não te entender,
quando eu ciumar,
mas sabe, amor...
não é a maldade que prevalece,
são meus caprichos azucrinantes
tentando sobrepor o amor.
Já estamos em meados de Janeiro
e durante o ano amargurarei a mim mesmo,
tentando levantar seu astral.
Seu ar é mais pesado que o meu,
suas mãos estão no meu ombro e as minhas na sua cintura
porque dessa vez eu deixei de lado
e decidi te ver...
Mas já é tarde, amor, e eu não dormirei aqui essa noite,
preciso tomar uns drinks próximo de casa
com uns amigos que não tem nada a perder além do tempo.