Olhão nessa página

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Alguém nunca verá.


 Lamentável a forma como isso é exposto,

em hábitos, em cuspidas, em prosas não revisadas,

mas é isso!

Um dia a gente compreende o que é o dever de cada um,

mas o poder de entender é tão forte em seu escrutínio.

E o sono perde-se, a fome perde-se, o entendimento é transformado,

então tudo forma o bolo de normalidade para que ninguém questione,

ninguém perceba, ninguém entenda, ninguém saia do lugar.

E nós somos os mesmos perdidos e auto destrutivos imorais padrões.

Mas é isso!

Um dia 25


Durante o dia eu esperei...

...e esperei...

Mas a gente sabe o quanto é demorado qualquer coisa.

Eu amei, da forma mais sublime, acho, amei.

Tornei tudo tão real que esqueci de esperar o retorno.

Mas é dia 25, O dia, tão dia quanto a necessidade de vir aqui e dizer que só precisava de algo.

Mas eu tentei não morrer, não desistir.

Eu tenho tantos motivos quanto você não tem.

Amar foi tão impactante quanto a 10 anos atrás,

desregulado com comentários e ausência de atitudes,

então eu descia ao meu inferninho particular.

Algo é mais agradável quanto a expectativa,

quanto a espera ou a ida ao bar.,

mas eu sei que estarei num mesmo funil que me absorve,

vagarosamente em horários alternados às suas respostas.

Eu só estou aqui, enquanto torno tudo seu melhor ambiente,

eu destruo o mais natural ser meu.

Mas eu amei, sei que amei, da forma mais sublime acho, amei.