Olhão nessa página

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Meia volta

Chega do longe, agora perto... me apertou!
Tocou um pouco das mesmas músicas numa batucada primitiva na mesa de madeira nobre.
"Assim não dá!" Ouvindo pela 'trocentésima' vez Monomania* como a mais bonita, perfeita e expressiva canção de amor e desejando, que se fosse pra ser o fim, que fosse do jeito de Oitavo Andar*.
Texto em prosa, mão em suor, e esses sonhos/devaneios ainda pendem.
Por que você não deixa esse meu tom grafite do mesmo jeito e colabora com as cores dos meus amores?
Reinventado como uma melhoria tecnológica, eu sangrei óleo pelas veias quando não te ouvi onde eu procurava pelo menos ouvir seu esperneio ou ler um jornal escrito por você na minha caixa de entrada do e-mail pessoal relatando todos os meus crimes contra você.
Até os deuses disseram "Bye Bye, bird"...
Um céu que não colore-se no fim de tarde, que fica no centro de um lugar de circunferência negativa colonizado pra oferecer essas lembranças gratuitas de pensamentos costurados uns nos outros, somos nós aqui, ali, ou onde você prefira...