
Aos meus comparsas, o meu mórbido silêncio, com poucas insinuações num fim desejável... A ira começa a procriar em meu corpo e não há nada que possa parar, pois o final do caminho já chega sem prévia para seus dotes inconsequentes... Sussurrando ao ouvido você ousa me acusar com seu não-motivo e atreve-se a invadir minha mente, mas eu sei que a minha saída chegou tão direta como a lança que perfurou o meu ego... Eu sinto a sua dor, seu sofrimento, enquanto eu estiver de pé, serei o meu rei, ainda que, eu pareça cansado você não enxugará minhas lágrimas inexistentes, porque simplesmente sua imaginação tomou conta da psicopatia mental carregada pelo seu descontrole emocional... Você saberá de tudo, seguirá suas regras como sempre e quando entrar em deslize, saberá que eu estive em você por longo tempo... O tempo parece estranho hoje, sabe por quê? porque você está triste, o vento e o resto do mundo parecem conspirar contra você e você percebe tudo isso... só agora!!