Olhão nessa página

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

"Afinal, ninguém é perfeito, certo?"






Esses dias parei pra pensar nessa expressão tão figurativa, pessimista ou, pra alguns, realista: "Ninguém é perfeito, certo?"

Bem, de várias formas podemos interpretar essa expressão, mas para esclarecer para mim mesmo, pois ninguém pediu minha opinião(rsrsrs), vou explanar o que acho.

Pense em uma pessoa que demonstra antipatia por você, pois você se destaca na área de trabalho, tem bons amigos, é amado por todos os seus familiares, mas esse dito-cujo não 'te gusta'. Este indivíduo não tem motivos aparentes, o santinho dele não é da mesma laia sua. Pensou?
Agora pense numa pessoa que você não gosta, porque age com irresponsabilidade, é rodeado por outras pessoas que tem características desse meio social, bebe quase toda noite, não trabalha, é de família sofisticada. Pensou?
Esses dois brandos exemplos demonstram a relatividade, é isso mesmo, essa é a palavra, relatividade, que se distribuem nos gostos das pessoas: Alguém que você gosta, outros podem não gostar e vice-versa. Então dizer que alguém não é perfeito simplesmente porque, NA SUA/MINHA OPINIÃO, ela faz algo que não gosto seria partidarismo, no bem dizer, não seria uma opinião unânime pra se tornar fixa.
Temos braços, pernas, falamos, enxergamos, pensamos, escolhemos, esses são alguns dos exemplos da perfeição que possuímos.
Olhando por outro lado, pense em alguém mudo, surdo, cego, sem um braço, sem uma perna, ou qualquer outra característica que falte fisicamente. Esta pessoa sendo rica, pobre, bacana ou chata, será sem braço em qualquer situação. Isso, de forma física e fixa para qualquer um é imperfeição. Mas sendo racional sensatamente, seria audacioso e insensível da minha parte dizer isso por alguém possuir uma falha genética ou ter perdido parte de si num acidente. 
Digo-lhes, a perfeição está no ser humano sendo físico, característico ou tanto faz, a relatividade sempre existirá enquanto houver opinião provida de sabedoria.

Levando em consideração

Levando em consideração o fato que o homossexualismo é genético em grande parte das vezes, sem contar as decepções amorosas ou constrangimentos em uma relação que levam, algumas outras vezes, a procurar compreensão de uma pessoa do mesmo sexo. Podemos dizer que não é, logicamente, uma opção, ou seja, julgar, principalmente quando o remetente é a religião, é pura ignorância intelectual.
Mas... levando em consideração o argumento religioso que a opção sexual não é pecado, mas a consumação de uma relação, seria desrespeito com nosso próprio corpo boicotar, ao invés de sucumbir, os desejos naturais de reações químicas que nosso corpo precisa dissipar.
Bem... levando em consideração tudo isso, relacionando focadamente na religião, seria um erro do sistema divino? Pois o Cara quem criou a genética.
O pecado deve ser pensado relativamente por cada um e dividido quando for pra dialogar e chegar em um consenso.