Balanceando e tropeçando por palavras exatamente bem ditas
O que poderia ser?
O que poderia te afligir?
Eu poderia ser o seu melhor, mais que seu melhor,
eu poderia ser o mais específico
deslizando pelas suas belas palavras
eu surtei em amar cada detalhe do reflexo que seus dentes emitem ao sol
Qual sua batida perfeita?
A minha é a sua à minha porta.
Quantos heróis destroçados ousaram fazê-lo?
Não que eu seja, mas salvar-te-ei aos maus momentos
só pra te sentir ao abraçar e beijar.
Uma súbita necessidade de simplesmente ter esse afago tão seu.
Vem que horas? Que dia?
Talvez no momento certo, tal como o que houve
Entorpecido pelos momentos tão sem nexo ou tempo certo
Atemporal como somos, preferimos dormir
Abraçados ou beijando ou simplesmente fingindo esse tal momento que acontece.

Chama meu nome,
adjetivos aleatórios
que fazem mais que sentido
que fazem mais que amor, mas uma relação
tão carnal quanto emoção.
Mas agora, amor, é simplesmente é minha redenção ao seu melhor
Exposto e imposto
E nosso...
...e nós...
Travestido de tudo o que te poderia fazer feliz
fiquei em suas mãos,,
aleatoriamente feliz em satisfazer simples atos carnavalescos e fora da minha órbita,
ousei estar contigo em primeira pessoa mulptlicando-nos ao plural.
É dia chuvoso que me importuna com essa falta do que ainda/nunca houve
mas o frio, tão peculiar na sua diária
só sofre-me em gotículas pesadas e sonoras.
Eu realmente adotei:
Somos nós que faltamos.