Olhão nessa página

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Miscigenação(Demônio Santo)

Pegue o microfone! Olhe pra cima! levante as mãos!
Você se orgulha de viver, você se orgulha de usufruir de bons planos divinos, de ser o que é! Alguns gritam em blasfêmia o tempo todo, mas você goza de tudo o que tem e oferece ao atordoado!
Nós, no sentido "eu", sendo apenas o que definir em mente...
Fui o Ateísmo da sua religião, progredi no entendimento, mostrei-me forte nos vários santos que carrego no bolso, gritei sem precisão porque achei que deveria mostrar minha igualdade quando todos fazem o mesmo no templo. Sou jovem de brinco em qualquer lugar, sou viciado na sabedoria tentando me encontrar em alguma casa de bençãos como todos fazem. Gostaria de me trabalhar, de me produzir, de sair a noite e de perdão mais tarde, ou talvez seguir o tradicional da minha família e me conformar pro resto da tarde. Sei que posso ser qualquer um, ou apenas 'eu', encontrar a humildade de entender que conformismo não é sincronismo e que não assistimos por nossos pais, aprendemos seguindo seus passos. Nos olhos que pegam fogo eu me tornei o protagonista do diabo, talvez da maldade de atos e não de personagens de algumas linhagens.
Me mostre algo mais, me deixe descansar, me deixe na curiosidade ou simplesmente, me faça o Deísmo de todas as crenças...
















...












(As fotos das mulheres são apenas uma forma de mostrar que independente de qualquer reação que as pessoas tenham aparentemente, as reações químicas do corpo serão as mesmas)

"Fim da linha!"

Por quantas vezes mais você vai me ameaçar com as roupas na mala?
Por quanto tempo você vai continuar falando que eu sou perverso e não sei te dar um sorriso?
Você anda com a cabeça sobre a minha, não me deixa falar, não sabe me defender e eu me ponho na sua frente quando tenho que te proteger, mas sabe... eu faria melhor!
Tentei suprir os vários erros que deixei no seu corpo, tentei te segurar e segurei forte seu braço e você me disse que te machuquei com tanta brutalidade que me fez acreditar.
Nas várias faces das respostas que você me deu, se desmentiu, eu desarmei-me ao fogo e sofri sem argumentos altos o suficiente para ultrapassarem sua voz.
Deslizando nas teclas do meu piano, tento me acalmar, tento esquecer as músicas que você trouxe e alinho minha mente à semi-loucura, minha normalidade.
Você ouve o soprar do vento, meu amor? Sofreremos por algum tempo ouvindo o mesmo... porque agora você está em qualquer lugar e eu estou aqui, onde decidi parar de te seguir!

perdendo o senso

Nessa corrida meio que andada, me vejo de varias formas, com vários fatos, várias lorotas mal contadas e no horizontal limite da minha visão, vejo passos pequenos, de duas pessoas iguais... Um pequeno indivíduo que abençoou o outro peregrino que calçava seu número. Contava para o espelho, que o supria, de quando estavam na calçada da fraternidade viva, caiu por cima de seu pequeno dedo indicador, chorou, mas antes de seu choro ascender, chamou primeiramente o nome de seu vínculo mais forte, que o acompanhou até pouco tempo.
O corpo em evolução continuava no seu desvendar de tudo, desacreditou em muitas estórias que sua mãe contara quando mais novo. O outro criara outro rumo, sempre nas vistas do peregrino submisso ao tradicional... até pouco tempo...
Cometera muitos pecados, todos perdoados, mas sugeriu algo mais forte, que lhe subisse a cabeça com muita velocidade, lembrou de quando era criança, chora pelos cantos hoje sendo homem, não sabe imaginar onde deixou o pequeno que lhe abençoara durante as acusações e exclusões que o peregrino mais andante cometera.
Depois de estar tonto, com um cigarro na orelha e outra aceso, pensou saber andar sozinho, porém deixa migalhas de arrependimentos pelo caminho, mas o pequeno peregrino que evoluiu sozinho não está mais por perto porque descobriu que não sabe perdoar!