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terça-feira, 16 de agosto de 2011

perdendo o senso

Nessa corrida meio que andada, me vejo de varias formas, com vários fatos, várias lorotas mal contadas e no horizontal limite da minha visão, vejo passos pequenos, de duas pessoas iguais... Um pequeno indivíduo que abençoou o outro peregrino que calçava seu número. Contava para o espelho, que o supria, de quando estavam na calçada da fraternidade viva, caiu por cima de seu pequeno dedo indicador, chorou, mas antes de seu choro ascender, chamou primeiramente o nome de seu vínculo mais forte, que o acompanhou até pouco tempo.
O corpo em evolução continuava no seu desvendar de tudo, desacreditou em muitas estórias que sua mãe contara quando mais novo. O outro criara outro rumo, sempre nas vistas do peregrino submisso ao tradicional... até pouco tempo...
Cometera muitos pecados, todos perdoados, mas sugeriu algo mais forte, que lhe subisse a cabeça com muita velocidade, lembrou de quando era criança, chora pelos cantos hoje sendo homem, não sabe imaginar onde deixou o pequeno que lhe abençoara durante as acusações e exclusões que o peregrino mais andante cometera.
Depois de estar tonto, com um cigarro na orelha e outra aceso, pensou saber andar sozinho, porém deixa migalhas de arrependimentos pelo caminho, mas o pequeno peregrino que evoluiu sozinho não está mais por perto porque descobriu que não sabe perdoar!

Um comentário:

  1. Muito lindo, é o tipo de coisa melancólica que gosto de ler e escrever! Muito bom!

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