...mas eu imaginei alguma outra coisa da gente, pra gente.
Caindo dentro de você, você prefere deixar à sua frente esse moribundo indeciso,
concordante de qualquer argumento, sem forças.
Ele fora dos tempos onde a infância se corrompera pelos televisores: Meninas deixando de serem meninas com suas mini véstias, meninos por cumplicidade para não serem tarjados com dúvidas viris.
Fora seu único amigo, sua única voz.
Apaziguar-te-ei nessa manhã, pois teu tempo é pouco,
só ouve suas músicas preferidas, puxadas de Mozart_Réquiem.
Pularemos um em cada ponto da cidade,
comemorando sua nova jornada degradante, 'inimaginaremos' fios tecidos de córneas,
uma desgraça tão romântica e tão subjetiva que agora o que está restando são os gritos de feira-domingo-manhã, porém...
são vozes chorosas, pois agora sim, agora sim ele descansou.
