Passos descompassados em quase tropeços do chão nos nossos pés,
nossas mãos molhadas de suor e a noite prevalece fria.
Bate à porta na manhã seguinte, pois os céus mantém nossa fé,
mantém uma simples coragem de estar próximo do seu ar,
falar amores no espaço
de beijos e respirações ofegantes.
Viver a história que mantém-se presa na esquizofrenia do meu romancismo,
eu alago seu chão com tantas palavras afetuosas,
mas ainda falta algo...
ou nada... sua vontade de nós.
