Em parábolas restam escolhas de palavras que se encaixam vulgarmente na concepção humana, que seja aceitavelmente flexível à ética egoísta de um relacionamento.
No que se há de acreditar se não na tradição e na cultura como justificativa com mais peso coerente nos atos impensados ou levemente "altruístas"?
Degradavelmente levamos ideologias que, como desculpas, abrandamos a culpa por cometer certos atos dentro de uma relação: maus costumes que derivam da criação ou do comportamento caseiro, enquanto sob o teto da mãe.
Há um fato indiscutível que somos o espelho de nosso comportamento dentro da casa de nossos pais, mas dentro desse contexto há uma questão histórica, também conhecida por feministas como Machismo, que é o homem como o que não faz nada(às vezes ajuda). Sendo mais específico, dentro da criação de uma porcentagem quase que total, o homem é criado com todas as regalias, enquanto a mulher aprender a ajudar a mãe cuidando da casa, além de ter alguns breaks. O principal fator que não se desprende deste ponto é que a mulher leva isso com naturalidade, pois foi instruída assim por sua mãe que aprendeu de sua avó que aprendeu de sua bisavó e assim por diante.
Este é um fato tão forte talhado no aço do nosso subconsciente que não há mulher que refute. Não é um comentário partidário machista, mas um comentário que, independente da mulher, tem seus costumes de estética e cuidados. Aprendeu a cozinhar, mesmo que para si e se embeleza de várias formas, mesmo que seja para se sentir bem, pois o mundo nos mostra que deve ser assim.
Há exceções? Claro que sim, mas concordemos: Você não dá uma boneca voluntariamente para seu filhO brincar e nem um transformer voluntariamente para sua filhA salvar o mundo.
Voltando ao ponto principal deste post, uma relação tende a ter esses desbalanços, principalmente em casais novos, onde o amadurecimento singular ainda não se firmou, criando esse choque que se estabiliza ao passar dos anos.
Mas uma relação que persiste é aquela que tem a flexibilidade de entender certas atitudes e tentar conserta-las da melhor forma possível, não esperneando, mas com estratégias de chegar ao entendimento do(a) parceiro(a). Claro que ninguém vai passar a vida toda batendo cabeça, porque existem umas pessoas que são uma porta pra ouvir e não aceitam quaisquer opiniões contrárias.
Salvar ou tentar recuperar a relação não é humilhar-se, mas saber que você tem uma responsabilidade com aquela estrutura que tende a se fortificar ou a se destruir.
"Bons hábitos se mantém, assim como os maus."
Saber começar uma relação é uma arte da qual muitos não possuem habilidades. Daí com o passar do tempo, caso tenham hábitos desagradáveis como palavras de má fé, gritar, propagar a relação, contar sempre com os pais e muitos outros, a relação vai se tornando um degradê com o que vêem por aí, pois aquela história que "A grama do vizinho é sempre mais verde" é verdade, pois nunca vemos além das aparências.
Não parafraseando ninguém, mas utilizando o exemplo, vos deixo minha comparação_Um relacionamento deve ser levado como um jogo de Frescobol, você torce para que o outro continue jogando.
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