Tirando a parte do orgulho das pessoas postarem parte das letras ou imagens dos ilustres intérpretes da "musica" Brasileira, como comentei em uma postagem na minha página social, Facebook, hoje venho falar de um filme, um que está sendo bem comentado ultimamente: A culpa é das estrelas(O filme, não o livro).
Não há como não reparar as características dos personagens principais, sem mencionar a falta de mais personagens. A presunção comportamental do rapazinho, a revolta dramática da garotinha. Mas creio que o mais engraçado para pessoas como eu, é ouvir as falas tão ultrapassadas desse tipo de filme que dá sono.
Lembrei do meu primeiro livro que li sobre essas clássicas situações "que ocorrem sempre", O vendedor de sonhos, de Augusto Cury, que só o começo já instiga o leitor a fechar aquelas páginas e dizer que nunca leu. Discriminação? Pode ser, mas acreditem que nunca mais passei nem perto dos livros desse dito cujo.
Me auto parafraseando, "Me falaram que os leitores de Crepúsculo hoje seriam os intelectuais do amanhã, mas os mesmo hoje estão lendo 50 tons de cinza.". Acho que além deste livro que relata a sexualidade escancarada e a fragilidade do ser humano à se corromper, que é o que todo jovem precisa, incluo neste meu parafraseamento este novo livro, que se tornou filme, de John Green, que diga-se de passagem, todos os seus livros estão basicamente nessa jovialidade meio "Blá". Não culpo a literatura jovial do autor, tampouco os leitores dessa linhagem narrativa, mas o modismo dissimulado que possuem os jovens mais do que os demônios da Igreja Universal.
Minha opinião: Cliché demais(o que já era de se esperar).
Aos que gostam: Continuem suas vidas, porque minha opinião, que faz parte de uma minoria, só lhes fará ofenderem-se.
Mas como diziam antigamente, o que hoje já é uma questão discriminativa, mas retratando-me antes mesmo de falar porque não sou preconceituoso, "É um filme muito gay!!"
