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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Crônica da história

Aqui jaz o finito.

Dos primórdios, dos primatas, dos homo’s, 

da história que de pré não tem nada.

Um cosmo avermelhado que cai sobre o tom lilás machucado 

e forma algum número visual-artístico. 

Os sentimentos são autótrofos, magnéticos e evolutivos.

Do que surge o secundário? 

Do azul-vermelho-amarelo? 

De algum gênesis? 

Do big bang?

A terra caiu fenomenalmente e não deveria ter podido fazer, 

apenas fazê-lo, com zelo, esmero...

Céu e terra. Não! E lados. 

Opostos ou paralelos_Um paradoxo coeso.


O que fizestes? Saiu a crônica, 

que gerou palavras, 

que prosou aqui e ali e em mim, que pousou e repousou.