Olhão nessa página

terça-feira, 16 de agosto de 2011

"Fim da linha!"

Por quantas vezes mais você vai me ameaçar com as roupas na mala?
Por quanto tempo você vai continuar falando que eu sou perverso e não sei te dar um sorriso?
Você anda com a cabeça sobre a minha, não me deixa falar, não sabe me defender e eu me ponho na sua frente quando tenho que te proteger, mas sabe... eu faria melhor!
Tentei suprir os vários erros que deixei no seu corpo, tentei te segurar e segurei forte seu braço e você me disse que te machuquei com tanta brutalidade que me fez acreditar.
Nas várias faces das respostas que você me deu, se desmentiu, eu desarmei-me ao fogo e sofri sem argumentos altos o suficiente para ultrapassarem sua voz.
Deslizando nas teclas do meu piano, tento me acalmar, tento esquecer as músicas que você trouxe e alinho minha mente à semi-loucura, minha normalidade.
Você ouve o soprar do vento, meu amor? Sofreremos por algum tempo ouvindo o mesmo... porque agora você está em qualquer lugar e eu estou aqui, onde decidi parar de te seguir!

2 comentários:

  1. poizé .... início agressivo, passa depois pelo dramático, depois o mistério (quase sempre vem no meio, fica bom sempre, um quase fim melódico e um fim cliché, mas automaticamente aceitável pq tah bem escrito! pronto! agora me dá meu texto (dedé)

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  2. E se…

    A maior parte de nossas vidas passamos nos perguntando "como teria sido". É injusto não ter duas chances, é cruel não saber o que se quer de verdade.

    Seus textos estão muito bons!

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