Olhão nessa página

terça-feira, 9 de agosto de 2011

De vez em quando...

Eu tentei entender as várias vozes que saíram do mesmo lugar, mas a justificativa de cada detalhe encharcou minha mente de adereços fajutos, adornando a imagem que gostariam de montar em meio aos prazeres de um sorriso a outro.
Lembro de uma de minhas viagens, conheci o mundo no espaço que defini e o resto desdenhado por ignorância. Abarrotado de quase tudo, começou a ver chuva dentro do inferno, achou que poderia sentir um pouco mais da sensação que sustentou até pouco depois do filme que assistira sozinho.
Deitado no sofá e um boca te cobre de tudo que você precisa ouvir, agradece e volta pra corda bamba, mas não pretende cair pra qualquer lado, prefere chegar ao fim e ver seu próprio sacrifício além do julgamento, sem bíblias, sem deuses, apenas com a lógica que acostumara a aderir por tudo.
Recebera o poder de escolha, ignorou a sabedoria_50% da mente é mais do que qualquer um chegou, mas como homem, imploraria por mais, se quisesse tudo, não haveria mais prazer algum, 100% é a morte sem desculpas...
Juntou-se ao coral de trombetas desafinadas, dançou antes do tempo, adiantou as honras, criou asas de cera, voou por baixo, sabia da história... amanheceu em seu quarto e tinha certeza que tudo o que vagava em sua mente fora real, seu sangue escorreu, sua mente padeceu e sua corpo desfaleceu em overdose.

Um comentário:

  1. Nietzsche disse sei lá onde que “para um homem superar os demais, deve primeiro superar a si mesmo”. Muitos infernos, barreiras e desânimos estão em nós mesmos.

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