"Do ato de nutrir a vida, sustentar a alma que acabou de chegar neste plano."
Não é uma crítica ou um apelo emocionante, porém um post de observação sobre o ato mais lindo e fiel de um ser a outro.
Desde o nascimento, as lágrimas de uma mãe após ver pela primeira vez seu filho ou de beijá-lo a cabeça frágil, o primeiro ato do amor mais sincero que já existiu chega_A Amamentação.
A ligação que dura de poucos meses aos primeiros anos da criança está conectada em todos os sentidos maravilhosos possíveis. A mãe sente aquele desconforto no início, cócegas, um pouco dolorido, bem novo, mas é o início de uma frequente jornada materna.
Por este ato a criança recebe os melhores nutrientes, imunidade, proteção, força.
Durante os primeiros poucos meses, o acordar de 3 em 3 horas atravessando as madrugadas para alimentar o filho. Do acalentar o choro, o medo, a angústia do desconforto de não estar mais dentro de um mundo pequeno e perfeito. Do mamilo que começa a doer, que sangra algumas vezes, que fere, da dor que precisa aguentar depois dos primeiros dentes...
Dos olhinhos que começam a abrir e encarar a dona do sorriso mais lindo, dos traços mais perfeitos, do cheiro mais suave e gostoso, da força mais verdadeira. Do primeiro sorriso mamando.
Dos primeiros movimentos voluntários, do engatinhar e dos primeiros passinhos que já querem vir direto para o melhor lugar, o colo de uma mãe.
O meu objetivo neste post é ressaltar sobre como algumas mães não veem mais a amamentação como o ato mais sagrado que possa haver nesse mundo.
Desde a propagação global das novas tecnologias a dependência que cada um cria sobre seus pequenos aparelhos é algo que não passa despercebido em momento algum. Isso ocasiona na quebra dos melhores momentos da vida, inclusive o ato de dar de mamar.
A mãe deixa este ato se banalizar como algo que só está acontecendo normalmente e precisa entreter sua visão com um jogo, com um tweet, com um post, com conversas triviais, com tudo que não é tão importante ou as vezes nem é.
Para onde olharão os olhos do bebê? Para onde irá o afago na pequena cabeça?
Beije as mãos de seu filho, olhe dentro de seus olhos e diga de modo verbal ou não verbal o quanto você o ama. Converse sobre tudo, conte-lhe histórias, sorria sempre, sinta seu cheiro.
Mãe, este é o ato mais sincero do mundo e que não dura para sempre. Seu filho vai mamar até certa idade e ficará cada dia mais longe do seu colo, então aproveite mais, seja sempre mais para seu filho.
Nós, pais, canonizamos nossos filhos desde a notícia que está sendo gerado e esse é, sem dúvidas, o amor mais puro e verdadeiro do mundo.
Ame-o desde o amamentar.
Olhão nessa página
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Conto I
...a bebida ainda era símbolo de festejo.
Não fora há milhões de anos, fora desde quando o homem se
descobriu. Ele saberá administrar sua própria evolução, mas sem deuses, sem
guerras, sem raças postas no papel.
Não que seja um mundo socialista, mas um mundo em que sabem
compartilhar, sabem do que precisam. As pessoas ainda querem ser padeiros,
pedreiros, carteiros, cozinheiros,, mas donos de seus próprios
negócios e continuaram a ter filhos descontroladamente, enquanto os doutores,
advogados, presidentes de suas próprias corporações tinham só para herdar_uma
questão de planejamento e bom senso para apenas ter herdeiros.
Não é um mundo perfeito, pois as pessoas ganharão o
suficiente, mas ainda será pouco para tantas más organizações tributárias e 5
filhos ou mais.
A maldade será uma opção individual, não seguidores
teleguiados com capacidade mínima para descerem do muro para o lado do outro e
não o seu. Os indecisos apenas estudarão as melhores alternativas.
Teremos festas em família, festas para ficar bêbados sem
pensar nas consequências, mas teremos a decência de termos a decente criação de
que “é só uma fase”.
A breve relação entre pais e filhos será o respeito eterno.
O reconhecimento mútuo fraterno das obrigações e conquistas, desde um simples
pedido de desculpas após um arroto involuntário até a produção de um texto
pouco lido, mas com o melhor índice possível de informações desnudas.
Teríamos nossos gênios matemáticos, físicos, astrofísicos,
poetas, filósofos, inventores, escritores e todo o resto. Seus nomes seriam os
mesmos na história. As bombas, palavrões em cartas desaforadas, poemas
subliminares, doenças laboratoriais seriam inventados, mas como garantia de uma
depressão mundial.
Teríamos síndromes, doenças, acidentes, perdas,
aprendizado_mas nada além de nossa capacidade emotiva e corporal.
O churrasco, a cerveja, a feijoada, as piadas sem graças
seria uma vista bela num domingo de qualquer um que acha que prefere um vinho
branco, carne branca ou chocolates com vinho tinto.
Amigos são poupanças com juros positivos altos, depositamos
nosso amor e atenção e deixamos correr juros eternos sem perdas.
E os maus... esses sabem que são maus, mas nós não somos e
isso não importaria no mundo real, mas no meu, seríamos os melhores sem
traumatizar por uma tentativa frustrada de perder.
Já são muitas conjugações em muitos tempos verbais. Onde nos
perdemos no desejar, no sonhar, na possibilidade e no fato.
Hoje, antes de dormir, todos planejamos, no preocupamos,
pensamos sobre tudo ou até o que poderia ter sido, criamos, até mesmo,
perspectivas ricas em bondade no próximo dia, mas somos/estamos acostumados com
a bebida ainda ser o símbolo de festejo.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Mim
Tornamos-nos tão jovens nesse tempo
que retrocedemos quando estamos juntos.
Suas mãos ainda são as mesmas e o cheiro,
ainda de saudades.
Parei meus pés junto ao portão da sua cabeça
que funciona do mesmo jeito fantasioso
e responsável,
mas que de avassalador...
ah, nem sei o que dizer.
Sua voz em semibreve
nos quatro tempos
me desliza na partitura das tuas mãos.
Ao encontro dos nossos desencontros frequentes,
eu te desejei muito,
mas acabei voltando ao zero.
Sempre chove dentro dos nossos olhos
fazendo-os brilharem
quando escutamos o som dos nossos beijos,
da canção do romantismo que se preserva no momentos bons
e o resto é só parte da encenação dos anjos.
As razões pelo qual tudo não está ou está foi fatal,
estava escrito nos erros
que o indigente despenteado cometera.
que retrocedemos quando estamos juntos.
Suas mãos ainda são as mesmas e o cheiro,
ainda de saudades.
Parei meus pés junto ao portão da sua cabeça que funciona do mesmo jeito fantasioso
e responsável,
mas que de avassalador...
ah, nem sei o que dizer.
Sua voz em semibreve
nos quatro tempos
me desliza na partitura das tuas mãos.
Ao encontro dos nossos desencontros frequentes,
eu te desejei muito,
mas acabei voltando ao zero.
Sempre chove dentro dos nossos olhos
fazendo-os brilharem
quando escutamos o som dos nossos beijos,
da canção do romantismo que se preserva no momentos bons
e o resto é só parte da encenação dos anjos.
As razões pelo qual tudo não está ou está foi fatal,
estava escrito nos erros
que o indigente despenteado cometera.
Com 1 puto no bolso.
De cara o sangue sobe...
"Tenta manter a calma" é o clássico que repete nas radiolas que roem o som.
Isso tá me fodendo e não está sendo bom.
Cai na merda do meu olhar baixo de um lado a visão do futuro que estás propagando:
Uma impotência tão impiedosa que está sendo projetada na minha cara,
vindo das tolices imundas às cortinas imbecis e egoístas que faíscam pouco ao queimar a minha aura.
Tô fazendo um unplugged "encaralhado" só pra xingar deus,
que me dá o direito de pensar no "e se acontecer" de modo ruim e pejorativo.
Ah, se eu pudesse...
São tantas idéias nessa oficina de deus com raiva_diabo!
Senta nesse vômito da sua ressaca, me joga culpa, me deixa ser baixista e pensar que tenho importância numa banda medíocre.
Você vai aprender que não valho nada quando eu não servir e não fizer a diferença.
Agora esfria a cabeça e se fode de novo na mesma noite em que você assassinou a minha auto estima,
porque, honey, eu to velho e esfolado e sem nada pra comer.
"Tenta manter a calma" é o clássico que repete nas radiolas que roem o som.
Isso tá me fodendo e não está sendo bom.
Cai na merda do meu olhar baixo de um lado a visão do futuro que estás propagando:
Uma impotência tão impiedosa que está sendo projetada na minha cara,
vindo das tolices imundas às cortinas imbecis e egoístas que faíscam pouco ao queimar a minha aura.
Tô fazendo um unplugged "encaralhado" só pra xingar deus,
que me dá o direito de pensar no "e se acontecer" de modo ruim e pejorativo.
Ah, se eu pudesse...
São tantas idéias nessa oficina de deus com raiva_diabo!
Senta nesse vômito da sua ressaca, me joga culpa, me deixa ser baixista e pensar que tenho importância numa banda medíocre.
Você vai aprender que não valho nada quando eu não servir e não fizer a diferença.
Agora esfria a cabeça e se fode de novo na mesma noite em que você assassinou a minha auto estima,
porque, honey, eu to velho e esfolado e sem nada pra comer.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Tocando alguma vida
Agora eu sei quanto tempo passamos nesse impasse.
Não são mais pequenas infelicidades,
mas decisões que geram o que será ou o que é.
Me dê sua culpa,
tão branda quanto o acúmulo de mentiras que lhe ofereci.
Perca-se dentro dessa nossa história
que fica cada vez mais complicada,
mas parece que estamos secando sob o calor de 11:59hs.
Você viu o quanto fere expor-se para a danação,
ouvir gritos de almas não reencarnadas, indignadas.
Que mal há em desacreditar se somos nossos próprios deuses?
Mas se você prefere despir-se de mim
e prefere que eu acredite no seu anjo,
mas, menino andrógino,
eu correria esse risco de perder a salvação.
É responsabilidade demais pra carregar,
mas você olhou pra mim e disse que vamos continuar isso
em outros paraísos canônicos.
Moda?
Indescritível momento no qual vive-se hoje em dia.
Não há um período ou "a partir de..." ou uma época específica,
afinal, será bem superficial comentar, talvez sarcasticamente,
sobre o modismo.
Há anos, sejam décadas, sejam meses, mas o modismo que domina a raça débil, ora se reforça ora usa as mesmas munições de sua própria história.
A música tem um histórico fabuloso de onde surgiu, para onde foi, quais seus principais personagens de propagação; maravilhosos compositores, tendo em vista que ainda há alguns escondidos nas letras de outros bons intérpretes, outros que além da composição, também arriscam cantá-las.
Enfim, a música sempre será vista como um elo importante para o bem estar, porém deve-se saber fazer uma sábia triagem disso para o processo de sobrevivência contra o modismo.
Ouvindo uma banda agradável atual, não se engane com os acordes bem encaixados de um soul ou de um R&B de algum topetudo mulato, pois ser artista, hoje em dia, é sinônimo de apresentação de palco, não de uma letra bem composta ou de uma raiz bem representada nas suas letras.
Não queira pôr suas botas de couro e escutar sertanejo universitário, pois de universitário acho que só as farras dessa bela época que representa, pois a sapiência do que é o acadêmico ficou por lenda.
Um funk oriundo da favela, da baixada, do preconceito, do contra-violência, da vida difícil do pobre é coisa de quem viveu essa época pra confirmar, porque hoje... [no coment]
O que já foi rock(60, 70, 80, 90) conhecido por suas décadas, já foi a luta por conseguir uma gravadora, já foi grito de guerra, já foi viral, já foi inspiração, já foi crítica, já foi protesto, já foi rock.
Hoje existe uma só gravadora, o "Vai impregnar!" que surge como um impacto televisivo com um único slogan_"O maior sucesso do Brasil!".
O impressionante é que vende!! Porque o público alvo está sempre de braços abertos com um alvo ou setas indicando seus penicos auditivos.
Ser alvo de música aculturada é fácil, porém há mais de onde isso tudo sai: maquiagem(cores, estilos, adereços), roupas(cores, estilos, adereços), penteados(cortes, cores, mechas, adereços) e uma vasta lista de outras COISAS que vão vender porque sempre vai haver quem compre.
O modismo é um ser de cabelo bom, podendo moldar qualquer penteado, usando seus óculos Ray Ban(pronunciado Rái bam), usando calças coladas bem transadas 3/4, sapatos sociais sem meias, camisa transparentemente suficiente com um braço tatuado com tribais e outro com simbologias místicas sem significados reais e bijuterias unissex com pingentes de apanhador de sonhos.
Não há um período ou "a partir de..." ou uma época específica,
afinal, será bem superficial comentar, talvez sarcasticamente,
sobre o modismo.
Há anos, sejam décadas, sejam meses, mas o modismo que domina a raça débil, ora se reforça ora usa as mesmas munições de sua própria história.
A música tem um histórico fabuloso de onde surgiu, para onde foi, quais seus principais personagens de propagação; maravilhosos compositores, tendo em vista que ainda há alguns escondidos nas letras de outros bons intérpretes, outros que além da composição, também arriscam cantá-las.Enfim, a música sempre será vista como um elo importante para o bem estar, porém deve-se saber fazer uma sábia triagem disso para o processo de sobrevivência contra o modismo.
Ouvindo uma banda agradável atual, não se engane com os acordes bem encaixados de um soul ou de um R&B de algum topetudo mulato, pois ser artista, hoje em dia, é sinônimo de apresentação de palco, não de uma letra bem composta ou de uma raiz bem representada nas suas letras.
Não queira pôr suas botas de couro e escutar sertanejo universitário, pois de universitário acho que só as farras dessa bela época que representa, pois a sapiência do que é o acadêmico ficou por lenda.
Um funk oriundo da favela, da baixada, do preconceito, do contra-violência, da vida difícil do pobre é coisa de quem viveu essa época pra confirmar, porque hoje... [no coment]
O que já foi rock(60, 70, 80, 90) conhecido por suas décadas, já foi a luta por conseguir uma gravadora, já foi grito de guerra, já foi viral, já foi inspiração, já foi crítica, já foi protesto, já foi rock.
Hoje existe uma só gravadora, o "Vai impregnar!" que surge como um impacto televisivo com um único slogan_"O maior sucesso do Brasil!".
O impressionante é que vende!! Porque o público alvo está sempre de braços abertos com um alvo ou setas indicando seus penicos auditivos.
Ser alvo de música aculturada é fácil, porém há mais de onde isso tudo sai: maquiagem(cores, estilos, adereços), roupas(cores, estilos, adereços), penteados(cortes, cores, mechas, adereços) e uma vasta lista de outras COISAS que vão vender porque sempre vai haver quem compre.
O modismo é um ser de cabelo bom, podendo moldar qualquer penteado, usando seus óculos Ray Ban(pronunciado Rái bam), usando calças coladas bem transadas 3/4, sapatos sociais sem meias, camisa transparentemente suficiente com um braço tatuado com tribais e outro com simbologias místicas sem significados reais e bijuterias unissex com pingentes de apanhador de sonhos.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Crônica da história
Aqui jaz o finito.
Dos primórdios, dos primatas, dos homo’s,
da história que de
pré não tem nada.
Um cosmo avermelhado que cai sobre o tom lilás machucado
e
forma algum número visual-artístico.
Os sentimentos são autótrofos, magnéticos
e evolutivos.
Do que surge o secundário?
Do azul-vermelho-amarelo?
De
algum gênesis?
Do big bang?
A terra caiu fenomenalmente e não deveria ter podido fazer,
apenas fazê-lo, com zelo, esmero...
Céu e terra. Não! E lados.
Opostos ou paralelos_Um paradoxo
coeso.
O que fizestes? Saiu a crônica,
que gerou palavras,
que
prosou aqui e ali e em mim, que pousou e repousou.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Happiness
Cansado ao longo de um pouco tempo.
O espaço claustrofobiou-nos numa incógnita de não saber no que atirar.
Eu não irei usar das minhas armas para te ferir,
mas gostaria de trocar esses trapos amorosos por um casaco de compaixão.
Sussurre poucos simples sons ao pé do meu ouvido,
canse de se sentar sem dizer absolutamente nada
ou de disfarçar bobagens só para ter a última palavra
e nem sequer tocar no meu rosto.
Um corpo à mercê da solidão...
São os nossos mundos que nos criam e você,
com expressão de nada,
finge esse sorriso belo,
mas continua do mesmo insensato desamoroso comportamento.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Leiloada
Quis o corpo alheio,
dormia tarde e acordava mais tarde ainda.
Loira ruim, destruindo-se com o tempo,
despiu-se para os necessitados,
mas chora nos banheiros públicos,
não liga para quem for.
Acha que tudo tem que ser dito?
Que tudo vai ser tão rápido quanto você espera que cheguem ao clímax?
Durma mais um pouco e ao amanhecer estará sufocada
devido sua alto medicação alvoroçada depressiva...
Youngest
Vive subindo em árvores com galhos frágeis,
esfola as pernas e cura com
lama.
Conversa sobre amigos, festas, acontecimentos corriqueiros e sexo.
Vive se queixando por não conseguir o que lhe oferecera
alguém e,
sem menor esforço, fica triste/frustrado.
Quer alcançar metas sem
fazer planos.
Ainda é cedo, bicho grilo, só saiba voltar pra casa.
Você se
perde no tempo entre a bebedeira de alguém e a sua.
Pensa_”O que eu fiz ontem a
noite? Quem dormiu comigo?”
Agora é tarde, estou há duas décadas longe de você,
sentado
num banco esperando a tal linha tênue quebrar bem entre o sucesso e o
comodismo.
Seu príncipe está vindo andando, porque andar é romântico e
perde-se mais tempo,
aliás, pra que a pressa, parceiro?
e deixar de lembrar que fomos amores,
que brincávamos de mestre e
aprendiz, mas eu...
eu só reaprendi a parar de olhar pra frente
e conjurar
pensamentos excitantes antes de dormir num calor infernal.
Meus tênis sujo está “ensacolado” próximo aos quadros que
pintei escutando Luciano Pavarotti...
Vai seguindo, cara,
o caminho é mais fácil pra você,
enquanto sua virilidade sabe o que vai controlar...
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Seu som
A amo como o mito ama a crença;
Como deus ama o pecador;
Como a música ama a partitura;
Como a vida ama a experiência;
Como os truques amam a visão;
Como ama o amor...
Como amo sua beleza,
seu andar,
seu falar,
seu amar...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Sem mais promessas
Nada de romances nessa tarde calorenta...
Não conseguirei fazer-te feliz como prometido,
te farei chorar as vezes, mas não de alegria.
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Precisamos sofrer, saber que essa dualidade nos persegue,
que estaremos fortalecidos para as situações diversas.
Você chorará quando eu não puder estar com você,
esperneará quando eu não te escutar,
quando eu não te entender,
quando eu ciumar,
mas sabe, amor...
não é a maldade que prevalece,
são meus caprichos azucrinantes
tentando sobrepor o amor.
Já estamos em meados de Janeiro
e durante o ano amargurarei a mim mesmo,
tentando levantar seu astral.
Seu ar é mais pesado que o meu,
suas mãos estão no meu ombro e as minhas na sua cintura
porque dessa vez eu deixei de lado
e decidi te ver...
Mas já é tarde, amor, e eu não dormirei aqui essa noite,
preciso tomar uns drinks próximo de casa
com uns amigos que não tem nada a perder além do tempo.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
A simple post
Passos descompassados em quase tropeços do chão nos nossos pés,
nossas mãos molhadas de suor e a noite prevalece fria.
Bate à porta na manhã seguinte, pois os céus mantém nossa fé,
mantém uma simples coragem de estar próximo do seu ar,
falar amores no espaço
de beijos e respirações ofegantes.
Viver a história que mantém-se presa na esquizofrenia do meu romancismo,
eu alago seu chão com tantas palavras afetuosas,
mas ainda falta algo...
ou nada... sua vontade de nós.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Monossílaba(Se)
E se eu ciumar de você?
E se eu ficar de guarda em frente aos seus frequentes lugares?
E quando eu não for mais coerente?
Ficar jogado em qualquer
lugar vendo o ano passar “voando”
e ainda ouvir as paranóias que eu mesmo
cogito?
E se for amor?
E se for alucinação?
Paro com os entorpecentes?
E por que devo parar de usar ‘à’
crase?
São desejos e prosas divergentes.
Caminhos bem finitos, em
horizontes verticais,
prédios e árvores também.
Orgulho de benzer sua mão,
tocar seus cabelos e me embriagar nos nós cheirosos que ficam do vento.
Tomar
água do rio por ser cristalina
e transformar todas as neologias em verbos
e os
verbos intocáveis nos seus infinitivos.
Então...
gritando em sussurro o quanto esse romance comigo
mesmo reflete na imagem que criei de você,
você apenas se levanta,
esperneia e
me diz que vamos orar pequenos pedidos para o nosso ano que ‘Amar-te-ei...’
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