Olhão nessa página

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Conto I

...a bebida ainda era símbolo de festejo.
Não fora há milhões de anos, fora desde quando o homem se descobriu. Ele saberá administrar sua própria evolução, mas sem deuses, sem guerras, sem raças postas no papel.
Não que seja um mundo socialista, mas um mundo em que sabem compartilhar, sabem do que precisam. As pessoas ainda querem ser padeiros, pedreiros, carteiros, cozinheiros,, mas donos de seus próprios negócios e continuaram a ter filhos descontroladamente, enquanto os doutores, advogados, presidentes de suas próprias corporações tinham só para herdar_uma questão de planejamento e bom senso para apenas ter herdeiros.
Não é um mundo perfeito, pois as pessoas ganharão o suficiente, mas ainda será pouco para tantas más organizações tributárias e 5 filhos ou mais.
A maldade será uma opção individual, não seguidores teleguiados com capacidade mínima para descerem do muro para o lado do outro e não o seu. Os indecisos apenas estudarão as melhores alternativas.
Teremos festas em família, festas para ficar bêbados sem pensar nas consequências, mas teremos a decência de termos a decente criação de que “é só uma fase”.
A breve relação entre pais e filhos será o respeito eterno. O reconhecimento mútuo fraterno das obrigações e conquistas, desde um simples pedido de desculpas após um arroto involuntário até a produção de um texto pouco lido, mas com o melhor índice possível de informações desnudas.
Teríamos nossos gênios matemáticos, físicos, astrofísicos, poetas, filósofos, inventores, escritores e todo o resto. Seus nomes seriam os mesmos na história. As bombas, palavrões em cartas desaforadas, poemas subliminares, doenças laboratoriais seriam inventados, mas como garantia de uma depressão mundial.
Teríamos síndromes, doenças, acidentes, perdas, aprendizado_mas nada além de nossa capacidade emotiva e corporal.
O churrasco, a cerveja, a feijoada, as piadas sem graças seria uma vista bela num domingo de qualquer um que acha que prefere um vinho branco, carne branca ou chocolates com vinho tinto.
Amigos são poupanças com juros positivos altos, depositamos nosso amor e atenção e deixamos correr juros eternos sem perdas.
E os maus... esses sabem que são maus, mas nós não somos e isso não importaria no mundo real, mas no meu, seríamos os melhores sem traumatizar por uma tentativa frustrada de perder.
Já são muitas conjugações em muitos tempos verbais. Onde nos perdemos no desejar, no sonhar, na possibilidade e no fato.

Hoje, antes de dormir, todos planejamos, no preocupamos, pensamos sobre tudo ou até o que poderia ter sido, criamos, até mesmo, perspectivas ricas em bondade no próximo dia, mas somos/estamos acostumados com a bebida ainda ser o símbolo de festejo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ThNx