que retrocedemos quando estamos juntos.
Suas mãos ainda são as mesmas e o cheiro,
ainda de saudades.
Parei meus pés junto ao portão da sua cabeça que funciona do mesmo jeito fantasioso
e responsável,
mas que de avassalador...
ah, nem sei o que dizer.
Sua voz em semibreve
nos quatro tempos
me desliza na partitura das tuas mãos.
Ao encontro dos nossos desencontros frequentes,
eu te desejei muito,
mas acabei voltando ao zero.
Sempre chove dentro dos nossos olhos
fazendo-os brilharem
quando escutamos o som dos nossos beijos,
da canção do romantismo que se preserva no momentos bons
e o resto é só parte da encenação dos anjos.
As razões pelo qual tudo não está ou está foi fatal,
estava escrito nos erros
que o indigente despenteado cometera.
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