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segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Argh, o amor!



 Que se queira amor,

não meia boca, não de fachada, não inflexível, 

mas o amor avassalador, doloroso, com beijos massageadores,

com mensagens o dia todo, com beijos que parecem despedidas

e abraços que parecem de saudades seculares.

Que se queira amor,

não de meia noite, não de mensagens poucas, não de ligações esporádicas

ou nenhum grito.

Que se queira amor, 

por seu amor, não pouco, não gratuito,

mas conquistado, quisto, desejado, construído ou reconstruído,

mas que se queira amor... por favor.

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