Já estão tão repetidos, não?
Remendados com chances desemburacadas dos rancores que se
vestiram de afagos no seu melhor dia. Como fardas militares pós guerra,
relutaram para parecer tão surradas e tão cansadas dessa luta que já dura...
sei lá_Uma meia vida!
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Faz-se tanto esforço para provar que tudo deveria se
desgastar como numa sonoplastia mal equalizada, nos sopra um vento(Tsc) tão
onomatopeico que já dizia que nos disse “Eu te disse”.
[,,,]
Amorzinho... Já era tempo de nos darmos conta que somos nós
que nos desprendemos com tantos palavreados sofisticados que perdemos conta de
quantas noites deslizaram por nossas bocas refutando gritarias que se confrontavam
em ufania e táticas psíquicas.
[,,,]
Alguém deveria ter dito, enquanto imaginávamos durante o inverno
de cinzas do fogaréu que queimou a minha alma manjada, que “juntos somos nós.
Sós não somos não”.
[,,,]
A sua voz soa desacreditada em sabe lá onde, com seu ar de
bondade forjada no aço que te adorna. Brilhosa você escorrega pelas linhas
telefônicas me dizendo o que gostaria que todos soubessem. Me deixa embrulhar
nessa tua pele e degustar um pouco dessa tua vida, aderir você como meu pseudônimo
preferido que hoje, ma belle, estou de saída para minha angústia diária.
[,,,]
E mais uma vez costuramos o amoreco repetido, juntamos cada
fragmento que se empoeirou nesses tempos todos. Mas perdi a linha de onde
começou, qual amor é. São tantos adjetivos que substituíram os nomes próprios
que desonrei meu tempo pra mim. Agora, sentado à estrada dos outros, finjo que
escorrego e durmo nesse gramado mais verde que o meu e sonho com uma vida de
proveito da minha solitária e prazerosa vida que sobrei-me.
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