"Não minta!"
Admita!
"Não o rogo!"
Suas palavras...
"Eis-me por suas marcas ao chão em degradações!"
Seu pensamento...
Você o louva, você o ensurdece com gritos, retumba e não o polpa, mas além do que decretou que pode, o finaliza elegantemente...
Em dores não demostra impotência, valente e corajosa, não deixa o pensamento soprar aos ouvidos alheios, sabe fingir o sorriso à vitória, desisti em palavras ofegantes.
Mas isso frustra, mas isso acaba, mas isso mata... o desejo desce pelo ralo junto a água com espuma que te lavou o nojo incrédulo pelo poder descontrolável dos soberbos.
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