
Estivera tão cansado todo esse tempo, olhando o vento tão mais visível que seus próprios temores. Foi por parte o abandono, deixara o ser, viveu a paixão nas loucuras que adquiria no vão dos quatro cantos.
Sentiu saudades quando chorou a seus lindos devaneios_os mais lindos que alguém já tivera!
Ainda sentia tardiamente seus gemidos, sua respiração ofegante, o seu procurar pela resposta... A brisa congelava seus braços, no que não poderia mais lhe dar as palavras de médio dom.
Amargo. Os olhares que se cruzavam em cada manhã antes do trabalho: realização momentânea.
Seus passos quiseram ser descritos, mas... mas... Respostas que se esvaem no clamor de mais uma mesmice. Piano, almas, almas e teclas. O som do fim, o fim da música. Não se pode muito quando se te poucos escrúpulos, um “okay” de satisfação, um aperto de mãos à chuva que caíra madrugadas presentes.
Queria parar um pouco, deixa eu sentir um pouco mais de inveja das suas palavras, rir dos seus poucos erros, afagar seus cabelos à noite antes de dormir na ‘meia-hora’ que resta, ficar um pouco mais aborrecido quando você canta o que eu canso de ouvir e não decoro. Deixa eu sentir um pouco mais de saudades pra poder me declarar ao máximo, cair na sensação segura do teu abraço, e devagar deixar um beijo na palma da sua mão.
Sabe, ainda existe e persiste o cansaço presente, estou tão cansado e com frio, rodeado de precipitações excitadas, costumes que não mudam. Talvez eu não esteja na sua porta na manhã seguinte, eu só não queria cansar, queria ser forte_paciência e compreensão me deixaram acima das opiniões sob meu orgulho...
Salvação, voltar ao velho recomeço, redundância pessimista!






















