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sábado, 13 de novembro de 2010

não querer ele, ser, não querer...(agnóstico-teísta)


Um barulho, tão enervante que meu corpo atrofiava,
de tal forma eu cheguei ao limite,
atribulado, fixo, inerente, que fluíram meus sintomas mais heterogêneos...
Você é, no presente, era... no futuro se não houvesse aquele motivo.
Descansado, descasado. pensado, pesado.
inverte, inerte, esquece...
repetitivo, cada um especula novas idéias de se procriar,
sendo em mente, sendo artificial, sendo improdutivo e nulo...
Caiu sobre observações casuais, e idealizou o som produzido,
de doçura inefável. Viajou sentado unanimamente, representou como nunca,
desgraçou as falas traduzindo a língua por sinalizações "imimicadas"_gamtoc(palavras 'inológicas' visualmente arquitetadas_que prazer...)!!
Ouvia canções diferentes e interpretava de forma precipitada,
disse ser "eu"_"eu" de forma "quem?"_, pensou em deus, analisou os seus,
na memória inverteu
em sua educação percebeu
que nada lhe adiantara os que sua educação lhe deu...
Agora... sentado em meio fio, no meio-dia quente,
com a mesma roupa de três dias e uns quebrados,
sem fome, sem sede, com pequenos desejos de não morte
porque a vida causara um novo sentimento,
no que não aderiu, pois sereis criados, no tudo, por mentes profanas ou sãs,
e sua logística metódica teoria o deixara daquela forma...
Ainda jogado aos raios chorou como quem não sabe pedir,
saboreou a derrota e abarrotado, esvaziou a boca de saliva e perdeu...
os últimos 10% que pertencia ao seu teísmo arrogante...

Um comentário:

  1. Não tenho complicações em ler os seus textos Peter, ao contrário eles são Ótimos...

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