Olhava tão maravilhada, espantada...
esqueceu-se de tudo, agora tem um rumo diferente... do meu!!
Seguiu seu instinto, manipulou cada passo autônomo,
não se declarou e não permitiu mórbidas palavras.
O que há de errado, srta? Sou eu?
Agora que tudo parece mais centrado, eu me viro por um instante
e você some, mas some sem bilhetes belos, como aqueles que eu costumava ganhar...
Agora seu caminho é mais bonito, é mais certo,
e o meu ainda não, porque ainda resta desconserto,
consequências das manobras displicentes...
Bem, querida, eu ainda não parei, só lamento não poder saber como acompanhar esses passos tão certos por sinal...esqueceu-se de tudo, agora tem um rumo diferente... do meu!!
Seguiu seu instinto, manipulou cada passo autônomo,
não se declarou e não permitiu mórbidas palavras.
O que há de errado, srta? Sou eu?
Agora que tudo parece mais centrado, eu me viro por um instante
e você some, mas some sem bilhetes belos, como aqueles que eu costumava ganhar...
Agora seu caminho é mais bonito, é mais certo,
e o meu ainda não, porque ainda resta desconserto,
consequências das manobras displicentes...
30/08/10
Lembrei hoje desse texto e vim procurar. Na verdade, como eu sou pateta, vasculhei primeiro meus e-mails. Palavras simples e belas como só você consegue articular tão bem. Esse passado, que me pertence de um modo delicado e afetuoso, de vários aromas e sabores. Esse passado, que me sobrevive em pequenos detalhes, os quais você nunca quis se apegar. Ele é quem eu fui, mas também alguma parte do que sou que nasceu dali, desta mistura... e me gusta. rsrs
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