Olhão nessa página

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Corda tênue

Sem poderes, sem retóricas, impotente e inerente ao frio,
caminha-se a pé, pensativo sob o sol mais ardente do dia.
Mania de olhar para o chão quando caminha.
O que fazes por aqui, garota de tempos?
Caminha quando precisa pensar, absorveu um pouco de cada,
mas agora tudo ficou bem. Aqueles perjúrios são deles,
imundos imaturos e divergentes ao que é bom,
só poderiam vir deles as palavras sem provas.
Não sabem que ando sozinho agora, por escolha e por ser melhor.
Homens que representam a sociedade natural, na ordem fatal das reações.
Arquivo de cinema, tatos de polegadas. Você ainda está aqui?
Que bom, me acompanhe e vamos sentar à beira molha-pés...

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