Olhão nessa página

sábado, 14 de julho de 2012

"Marília" literária

Ondas de som atravessando as paredes a chegar nos seus ouvidos.


Sombreados vultos que transtornam o bem-me-quer.


Súbitas críticas alheias, promessas em fotos implorando pena.


Agora você escolhe entender tudo, mas nunca fora tarde,


e nós estamos na metade, parceiro, pra aventurar nesse otimismo que tanto ouvimos falar.


O nosso crime foi consumado,


nossas besteiras ainda são nossas,


mas sabe... ainda não é o fim! Ainda há esse vão que precisamos completar.


Beija-me, cara, me deixa sentir essa volúpia que tanto imagino,


interpreta esse meu jeito, sagaz e bonito entregou-se ao meu siso,


e sabe, você sabe...


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