"Marília" literária
Ondas de som atravessando as paredes a chegar nos seus ouvidos.
Sombreados vultos que transtornam o bem-me-quer.
Súbitas críticas alheias, promessas em fotos implorando pena.
Agora você escolhe entender tudo, mas nunca fora tarde,
e nós estamos na metade, parceiro, pra aventurar nesse otimismo que tanto ouvimos falar.
O nosso crime foi consumado,
nossas besteiras ainda são nossas,
mas sabe... ainda não é o fim! Ainda há esse vão que precisamos completar.
Beija-me, cara, me deixa sentir essa volúpia que tanto imagino,
interpreta esse meu jeito, sagaz e bonito entregou-se ao meu siso,
e sabe, você sabe...
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