
Num estado de nostalgia, revela-se a prepotência criada no protótipo humano e exigimos uma competitividade de nós mesmo. Anos atrás falávamos sobre o dia de ir ao playground e hoje nos orgulhamos de relatar orgias e bebedeiras triviais como quem ganha mais experiência por perjúrios relatados e escrúpulos cometidos. Antigamente eu blasfemava por ir cedo pra aula e me faz tanta falta que não me importaria em testar a teoria do caos só pra poder fungar perfumes baratos de colegas de classe...
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