Olhão nessa página

quarta-feira, 23 de março de 2011

Exposições universais_Relationship


Bem, como meu primeiro post, vou comentar sobre um assunto bem cliché, que mesmo assim está em pauta todos os dias com todos: relacionamentos!! Não é tão assustador como no suspense que deixei no ar. O caso é que estive pensando(óóóhh...), e cheguei a conclusão que devo, não desanuviar dúvidas triviais, mas deixá-las mais transparentes, devido várias pessoas viverem tais emoções. Deixando de enrolação e sendo bem direto no que quero dizer, um relacionamento se baseia, na concepção mais superficial, em sua maioria, "galudamente" falando, em deixar as farras de lado, consequentemente os amigos, fins de semana assistindo um filme de um dvd pirata, tomar sorvete na praça, passar horas usando o celular dos seus pais(porque você já acabou os seus créditos) falando as mesmas coisas de sempre. Esse foi o básico de tudo, mas sendo mais realista, não é só esse mar de rosas(não se acostumem a ouvir ditados populares de mim) que todos pensam. O negócio é um pouco mais em baixo, um pouco mais chulo. E, pra não perder o costume, falando brutalmente, é você receber ordens e dar ordens gerando brigas desnecessárias, é você querer contar com um amigo e ele(as vezes) não querer te ajudar porque você o abandonou por causa da dita-cuja, é você chorar o fim de semana todo pras amigas porque ele saiu pra UMA festa e não te disse, é a exigência de satisfações diárias, haver romantismo sempre, se não ela te questiona e diz com aquela vozde choro "você não me ama mais...". Bem, consertando todas essas lindas situações, um relacionamento é uma recíproca de tudo, uma espécie de Altruísmo pra ser mais exato, pois você , no seu bom senso, se sente na obrigação de fazer tudo de bom que estiver ao alcance. "As coisas acontecem quando VOCÊ abre liberdade para que elas aconteçam!" é o que sempre digo. Agora, pra ser mais claro(impossível, vou só aumentar o texto-hehe), um relacionamento que começa bem é ótimo, mas depois de algum tempo(principalmente quando se é jovem entre os 13-15 anos, que é normal hoje em dia, mas não só nessa idade, e sim em todas) vocês começam com os ciúmes bestas dos amigos(as), e gera as velhas hierarquias impostas por um dos dois, daí é que entra a reciprocidade, pois o parceiro(a) vai se sentir no direito de impor ao outro o mesmo. É quase automático! Depois de um tempo, de ter abandonado os amigos(as), vocês progridem o relacionamento... O que poucos não percebem é que quando o casal começa a ter relações sexuais, os beijos começam a cessar e começa uma maratona de "selinhos". Agora "por quê, titio Pedrinho?". Então, depois que começam a vida sexual ativa, o beijo é uma arma poderosa, principalmente pro "menino", pois o deixa excitado rapidamente e já que tem intimidade suficiente, ele pega logo nos "faróis", na "poupança" e, as vezes, dependendo do tarado, na "baratinha". Isso gera um desgaste, pois o romantismo vai se dissipando e a meta é só de fazer sempre mais sexo(eu não sou assim, não mais!-huhu). Aquele mar de rosas que existia no começo da relação, se tornou um mar-morto, pois a limitação tomou de conta, e então se percebermos, antes a relação, entrando em pauta os adjetivos, que era cheia de "meu amor", meu bem", "minha paixão", "minha vida" acabaram findando pra tradição com uma palavra_"amor". e Isso não fere as mulheres, porque acabam acostumando com isso, pois dizer só "amor" partindo de qualquer um dos lados, é como dizer o nome, só que é uma marca registradora que é VOCÊ o namorado(a), noivo(a), Marido(esposa). Em alguns casos é um pouco mais pra baixo, depois do tal adjetivo "amor", desce o degrau e começam e se chamar pelo nome, e depois desde mais 7(número da perfeição-até parece!) degraus e começam a se chamar por "hei!!" ou então usar palavrões pra ela pegar a "breja" ou ele fazer algo... Bem, não acredito no amor humano(homem x mulher) por achar quer tudo não passa de um começo que é a paixão(euforia pura) e depois desce pra um estado de afeto eufórico derivado da mente seguido de sensação de procriação(instinto). Enfim, a relação deve ser mantida com um alicerce poderoso_o diálogo. Assim esse afeto se prolongará até, quem sabe, o fim, pois o(a) parceiro(a) deve ser tratado(a), não só como "fazedor" e educador de crianças ou "colocador" de renda na casa, e sim tratado com o mesmo respeito de sempre, como um(a) amigo(a), cúmplice, pois assim a convivência se torna mais agradável e saudável. Finalizando, vamos fazer campanha pra falir a Maria da Penha...ahuahuahuahuahu



Obs.: Perdoem minha forma de falar e o excesso de parênteses, é que sei não, mas acho que sei lá... espero que gostem e comentem...(aceito críticas)


[imagem retirada do blog testosterona.blog.br]

3 comentários:

  1. kkkkkk'...eu me diverti muito com esse texto!
    Me fez lembrar pedaços da sua vida q eu já tinha esqueçido...um texto um tanto realista,um tanto fantasioso,mas afinal de contas o amor é feito justamente disso e é isso q o torna tão mágico,mas nem sempre é rosas,e nem todos consegue ver o preço q pagamos por um relacionamento...as vezes algo muito caro e valioso e ainda existe pessoas q insistem em querer retirar de nos,como amizade,familia...e é a partir dai q começamos a nos fechar diante de tudo...até surguir novamente um amor...e começa tudo novamente...é um ciclo infinito até encontrarmos alguem q realmente ame e q seja amado! Olha o q eu aprendi contigo,só lendo seu texto...hhahahahahaha....otimo texto..."baratinha" foi otimo....=)

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  2. Bem, obrigado pelo comentário, mas acho que você ta confundindo, porque esse blog é meu(Pedro)...
    so, that's all right...

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  3. essa forma crítica e ironica de falar sobre os relacionamentos me fez lembrar muitas coisas que já sabia mas nunca coloquei em prática...
    Depois desse texto rir de meus erros e dos erros que outras pessoas cometem na ilusão certeza de estarem certas.
    Continue escrevendo assim...

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