...mas eu imaginei alguma outra coisa da gente, pra gente.
Caindo dentro de você, você prefere deixar à sua frente esse moribundo indeciso,
concordante de qualquer argumento, sem forças.
Ele fora dos tempos onde a infância se corrompera pelos televisores: Meninas deixando de serem meninas com suas mini véstias, meninos por cumplicidade para não serem tarjados com dúvidas viris.
Fora seu único amigo, sua única voz.
Apaziguar-te-ei nessa manhã, pois teu tempo é pouco,
só ouve suas músicas preferidas, puxadas de Mozart_Réquiem.
Pularemos um em cada ponto da cidade,
comemorando sua nova jornada degradante, 'inimaginaremos' fios tecidos de córneas,
uma desgraça tão romântica e tão subjetiva que agora o que está restando são os gritos de feira-domingo-manhã, porém...
são vozes chorosas, pois agora sim, agora sim ele descansou.
Olhão nessa página
terça-feira, 4 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Meia volta
Chega do longe, agora perto... me apertou!
Tocou um pouco das mesmas músicas numa batucada primitiva na mesa de madeira nobre.
"Assim não dá!" Ouvindo pela 'trocentésima' vez Monomania* como a mais bonita, perfeita e expressiva canção de amor e desejando, que se fosse pra ser o fim, que fosse do jeito de Oitavo Andar*.
Texto em prosa, mão em suor, e esses sonhos/devaneios ainda pendem.
Por que você não deixa esse meu tom grafite do mesmo jeito e colabora com as cores dos meus amores?
Reinventado como uma melhoria tecnológica, eu sangrei óleo pelas veias quando não te ouvi onde eu procurava pelo menos ouvir seu esperneio ou ler um jornal escrito por você na minha caixa de entrada do e-mail pessoal relatando todos os meus crimes contra você.
Até os deuses disseram "Bye Bye, bird"...
Um céu que não colore-se no fim de tarde, que fica no centro de um lugar de circunferência negativa colonizado pra oferecer essas lembranças gratuitas de pensamentos costurados uns nos outros, somos nós aqui, ali, ou onde você prefira...
Tocou um pouco das mesmas músicas numa batucada primitiva na mesa de madeira nobre.
"Assim não dá!" Ouvindo pela 'trocentésima' vez Monomania* como a mais bonita, perfeita e expressiva canção de amor e desejando, que se fosse pra ser o fim, que fosse do jeito de Oitavo Andar*.Texto em prosa, mão em suor, e esses sonhos/devaneios ainda pendem.
Por que você não deixa esse meu tom grafite do mesmo jeito e colabora com as cores dos meus amores?
Reinventado como uma melhoria tecnológica, eu sangrei óleo pelas veias quando não te ouvi onde eu procurava pelo menos ouvir seu esperneio ou ler um jornal escrito por você na minha caixa de entrada do e-mail pessoal relatando todos os meus crimes contra você.
Até os deuses disseram "Bye Bye, bird"...
Um céu que não colore-se no fim de tarde, que fica no centro de um lugar de circunferência negativa colonizado pra oferecer essas lembranças gratuitas de pensamentos costurados uns nos outros, somos nós aqui, ali, ou onde você prefira...
Assinar:
Comentários (Atom)
