Olhão nessa página

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Uma pessoa familiar em frente a minha casa...


Há tempos que ouvi uma história,
uma fábula, que me dizia algo que eu repassei para poucos.
Acreditar em poucas coisas, dar prioridade para a lógica
foi umas das poucas indecisões que tomei,
mas em algum momento da nossa vida, nos apegamos a algo,
bem superior aos nossos pensamentos vagos,
e aquela pessoa que veio em minha casa,
conversou poucas coisas porque eu não era o centro...
me disse apenas "obrigado",
mas sua importância era complementar
e agora não sei a semelhança de arrependimento
para uma saudade inexpressível...
Uma sensação de poder ter dado um último abraço,
umas últimas palavras, um favor inútil para receber um sorriso
e agora existe um vago muito grande de um lado meu
no qual eu não posso ocupar...
Você ainda está indo pelo que ouvi,
e amanhã de manhã eu não sei se verei lágrimas ou mais sofrimento,
os planos oferecidos são canonizados para o que não sabemos...
e o futuro? por que não sabemos?
Porque faremos mal ou porque não podemos evitar?
Agora mais uma etapa está passando e eu não consegui me preparar...
...ao dormir, terei uma oração frágil Ao Deus,
e amarei um pouco mais por um certo tempo,
e abraçarei meus entes sem motivos...
tudo porque não amei corretamente ainda!

(Saudades, meu amigo Julio Gabriel_4 anos atrás_Espero que não vá, meu tio_Josué)

domingo, 5 de setembro de 2010

Provas...


O tempo me parou,
me provou várias coisas das quais não quero comentar...
me submeti à processos mentais de auto-ajuda,
não tão longe de mim
o resto esvaiu-se.
O amanhã pertence aos poderes meus,
queria que dessa vez, agora que está lendo,
você me provasse que estou errado e não deixasse de realizar o que digo,
siga, mostre que alguma coisa você traz,
que o fim é só uma mentira das ilusórias canções que ouviu durante a noite,
e ao fim do dia, depois do trabalho, beba um copo de qualquer bebida...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O plano(desapego)


Enquanto "as pessoas" imaginam se aproximar da verdade,
se afastam do que realmente deve ser...
Uma manipulação tão sutil,
com planos tão elaborados que dar errado
seria por cálculos de anos a fio.
Quando tomaram suas decisões, tão irresponsáveis,
agiram conforme o plano,
sentiram a sensação prevista,
utilizaram cada etapa com perfeição
e no final... que gosto terrível deve ter sido!!
Um orgulho insolente que insisto em sentir,
mas o fim é inesperado, com uma pitada de "surpresa!",
pois suas lógicas são livres da minha mente,
uma virtude persuadida graduada insana...
E agora, eu preciso saber o que falar, na hora que preciso falar,
como falar e pensar se quero falar...
Um sociopata corrupto e desprezível correndo pelas ruas,
deu os dias mais perfeitos de suas vidas
e não pôde ficar, por altruísmo à pessoas que necessitam...
Nada fica como era, o mundo não volta uma volta'...